Confiabilidade primeiro
Um alerta que falha uma vez perde a confiança do time para sempre. Testamos para o pior cenário, não para a demonstração.
A Nexquravi começou em 2014 como um trio que gostava tanto de código quanto de motor. Hoje somos uma equipe de engenharia que coloca software dentro de veículos e dados na frente de quem decide.
O primeiro projeto foi uma gambiarra elegante: um leitor OBD-II improvisado numa van de entregas para descobrir por que ela vivia parando. Descobrimos o problema em três dias. O cliente perguntou se dava para fazer o mesmo com os outros quarenta veículos.
Foi assim que a Nexquravi virou empresa. A pergunta nunca mudou desde então — só cresceu de escala. De uma van para uma frota, de uma frota para uma linha de montagem, de um leitor improvisado para plataformas que acompanham centenas de milhares de veículos em tempo real.
Continuamos com o mesmo hábito daquele primeiro projeto: chegar perto da máquina, entender o problema real antes de propor solução e entregar algo que funcione no barro, na chuva e no fim do sinal de celular. Tecnologia automotiva não perdoa slide bonito.
Não vendemos futuro distante. Trabalhamos com o veículo que já está na rua e com o dado que ele já produz. A inovação, para nós, é fazer isso funcionar de forma confiável, todos os dias.
Um alerta que falha uma vez perde a confiança do time para sempre. Testamos para o pior cenário, não para a demonstração.
Dado que ninguém entende é ruído caro. Cada tela nossa nasce de uma pergunta que alguém precisa responder de manhã.
Tratamos informação de veículo com o rigor que ela exige. Você é dono, controla o acesso e leva tudo embora quando quiser.
Conectar um veículo é abrir uma porta. Ela vem trancada por padrão, com dados cifrados de ponta a ponta e trilha de auditoria.
Um time pequeno de pessoas que já colocaram software em veículo de verdade e sabem o tamanho da responsabilidade.
Vinte anos entre eletrônica automotiva e firmware. Foi dele o leitor OBD-II que deu origem à empresa.
Cuida de tudo que acontece depois que o sinal sai do carro: pipeline, modelos e os painéis de operação.
Garante que o que a gente projeta chega ao campo e continua funcionando depois que a euforia do lançamento passa.
A gente não se apaixona por tecnologia. Se apaixona pelo problema que ela resolve na estrada.
A primeira conversa é técnica e sem compromisso. Você conta o desafio, a gente devolve um caminho possível.